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Oi amiguinhos sou Kerolayne, postei vídeos, tenho histórias e brincadeiras infantis e também confira altas dicas de sites e jogos infantis .... Ah tenho também artesanato infantil. Confira !

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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Dicas

TECNOLOGIA

16 sintomas do vício em internet - e algumas dicas

Cada vez mais jovens como você se interessam pelo mundo virtual, deixando o real de escanteio. Internet em excesso, assim como álcool e drogas, pode viciar, causa abstinência, mas tem tratamento. Saiba mais

 
Você chega da escola ao meio dia. A primeira coisa que faz é entrar no msn. Em seguida, almoça e se conecta a alguma rede social: manda recados para os amigos e joga os games oferecidos, até às três. Como se não bastasse todo o tempo que já passou online, decide pesquisar na rede o tema do trabalho que terá em classe na semana que vem (ou pelo menos é o que diz para os seus pais que fará). Às cinco, já com a vista cansada, liga o videogame na internet e joga com os amigos, conversando com eles por meio de um fone de ouvido. Às oito vai jantar, faz rapidamente o dever de casa e volta para o msn, até a hora de dormir, depois de muita insistência dos seus pais, lógico.

Se a cena acima retrata o seu cotidiano, você precisa entender mais sobre o vício na rede, problema que tem se tornado mais comum do que se imagina. "Estimamos que 10% dos usuários da internet já tenham se tornado dependentes", analisa o psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do programa de Dependentes em Internet (www.dependenciadeinternet.com.br) do Hospital das Clínicas, em São Paulo. "Desses, 3% são jovens de até 16 anos", completa o psiquiatra infantil Fábio Barbirato, do Rio de Janeiro.

Afinal, qual é a linha entre o normal e a doença quando o assunto é internet? Quais são os sintomas que identificam a dependência? Como tratar? Confira a seguir as dicas dos especialistas:

16 sintomas do vício:
1. Ter mais de cinco amigos virtuais, que você simplesmente não conhece pessoalmente;
2. Exclusão. Antes, vários amigos ligavam para você querendo conversar. Agora, isso é bem raro;
3. Ficar irritado quando está há mais de uma hora sem internet;
4. Evitar sair de casa se for para ir a lugares sem computador;
5. Só falar e saber de games da web, redes sociais e "pessoas virtuais";
6. Mentir a respeito do tempo que costuma passar conectado;
7. Ir mal na escola por conta do computador - as notas baixas começaram desde que passei a usar mais a internet;
8. Desobedecer os pais quando eles o mandam sair do computador - geralmente meus pais enchem o meu saco para eu sair do computador e a cada dia insistem mais;
9. Não ter motivação para fazer nada que não tenha a ver com o computador ou com a internet;
10. Estar com a autoestima bem baixa;
11. Ter se tornado um adolescente caseiro e solitário;
12. Sempre se negar a fazer as coisas que antes lhe davam muito prazer;
13. Se sentir triste, ansioso ou deprimido na maior parte do tempo;
14. Ir à lan houses como se esse fosse o principal passeio ou atividade do seu dia; inclusive gasta muito dinheiro com isso;
15. Já ter passado mais de 10 horas online em um único dia.
16. Já deu prejuízo para os seus pais ou já comprometeu mais da metade da mesada para pagar as contas da lan house;

Para ler, clique nos itens abaixo:
O que faço se eu apresentar os sintomas?
Primeiro, lembre-se de que ter de um a quatro sintomas não significa necessariamente ser viciado, apenas indica que é preciso se controlar com relação ao acesso à internet. Afinal, você pode estar começando a se prejudicar pelo excesso de tempo conectado. Se você tiver mais de quatro sintomas e eles forem frequentes, a melhor coisa é procurar um especialista na área de dependência, como um psicólogo ou psiquiatra. Em casa, tente novos hábitos, novas atividades, como praticar esportes durante à tarde e estipular um tempo para usar o computador. Também procure não se isolar, trancando-se no quarto só para falar com seus "amigos virtuais". "Nesse caso, o ideal é que o computador fique em um lugar de passagem dos moradores da casa, e não no quarto onde o jovem fica sozinho com o equipamento", indica o psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu.
O vício na rede tem tratamento?
Sim, porém, para funcionar, a família precisa se envolver. Afinal, costuma ser bem difícil para o jovem com dependência em internet se controlar sozinho. Em alguns casos, é preciso até tomar medicamentos que controlam a compulsão. O ponto principal do tratamento é fazer com que a família ajude o jovem a perceber que passa tempo demais na frente do computador. Em quadros simples e moderados, o tratamento com psicoterapia pode durar entre um ano a um ano e meio. Nos mais graves, chega até a dois anos. Isso se a família for participativa, caso contrário, o tratamento pode se alongar. Muitas vezes, junto com terapia, é preciso tratar para depressão, fobia social e transtorno bipolar, problemas ligados ao vício online.
Vou sofrer de abstinência?
Sim. Assim como em dependentes para droga, a abstinência do vício em internet se caracteriza por irritabilidade, fissura e intolerância.
Por que essa dependência aconteceu? É minha culpa?
Não existe apenas uma explicação e sim, fatores que podem levar ao vício. O primeiro deles é a predisposição genética: se tem casos na família de vício em jogos, álcool ou drogas, é preciso ficar atento com os excessos dos mais jovens da casa. O indicado pela Academia Americana de Pediatria é ficar conectado à internet por, no máximo, duas horas diárias. Outro fator, de acordo com Fábio Barbirato, psiquiatra infantil, ocorre pelos pais não saberem como vigiar algo relativamente novo, que não foi da época deles, como a internet. "Isso, porém, não significa que a culpa seja dos pais, afinal, é difícil controlar algo que não se conhece", explica.
É um vício perigoso? Por que?
Sim. Ele prejudica em vários aspectos, desde os estudos à sociabilidade. Isso significa que a pessoa tende a sofrer de solidão, o que pode desencadear depressão, síndrome do pânico e transtorno bipolar.
Entenda o vício na prática
Na infância, o vício online será acompanhado por notas baixas e sonolência, podendo até fazer com que a criança perca o ano escolar. Na adolescência, o vício torna o jovem tímido, sem amigos e com dificuldade para arrumar namorada(o), por exemplo. Na vida adulta, além de outras áreas do cotidiano, o lado profissional também fica comprometido.

 
 

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domingo, 23 de outubro de 2011

Circo de Soleil

Cirque du Soleil

Varekai
http://www.cirquedusoleil.com/pt/shows/varekai/show/about.aspx



Em uma misteriosa floresta no interior de um vulcão, existe um mundo extraordinário. Um lugar onde tudo é possível, chamado Varekai.
Um jovem solitário cai dos céus e assim começa a história de Varekai. Caindo de pára-quedas no meio de uma floresta misteriosa e mágica, um lugar fabuloso habitado por criaturas de mil metamorfoses, este jovem homem lança-se numa aventura absurda e intrigante. Neste lugar longínquo, onde tudo é possível, inicia-se uma celebração à redescoberta da vida.
A palavra Varekai significa “em qualquer lugar” na língua dos ciganos, os eternos nômades. Esse espetáculo é uma homenagem ao espírito nômade, à alma e à arte da tradição do circo, bem como à paixão infinita de todos os que continuam a sua busca no caminho que leva até o Varekai.

Suspensa bem alto sobre o palco e voando pelo ar no seu arco, uma jovem apresenta uma variedade de movimentos reveladores da sua força e flexibilidade.



Dois acrobatas aéreos suspensos em faixas pelos pulsos, apresentam figures acrobáticas originais numa demonstração ímpar de força e sincronismo. Com faixas duplas, os performers “encontram-se” e tornam-se um só numa série de ritmados movimentos acrobáticos.




Com agilidade e sensibilidade, um jovem apresenta assombrosos mergulhos aéreos e contorções na rede que o mantém cativo



Este acto inspira-se na História da Resistência da República da Geórgia em que, durante séculos, a população se viu forçada a combater os invasores. As coreografias são inspiradas nas lutas Geórgicas contra as forças que tentaram dominar o seu território. Resistência e precisão são os pontos altos deste número.




Demonstrando uma graciosidade, força e flexibilidade sem paralelo, uma jovem equilibra-se numa série de suportes metálicos estrategicamente dispostas. Apoiando-se quer nos pés, quer nas mãos, executa delicadas contorções conseguindo manter o frágil equilíbrio.



De tirar o fôlego! Com dois Russian Swings como propulsores, os acrobatas são lançados no ar, em direcção aos pulsos cruzados dos companheiros ou às áreas de aterragem. Constantemente rompendo as barreiras da audácia, os acrobatas passam de um baloiço em movimento para o outro!



No seu trapézio triplo bem no alto, 4 jovens apresentam uma série de movimentos acrobáticos, plenos de graça e sensualidade, em perfeita sincronização.













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Livros Grátis Itaú

Livros Grátis para você


Livros Itaú

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Uma iniciativa da Fundação Itaú Social, que investe para que o Estatuto da Criança e do adolescente seja uma realidade para todos, eles lançam agora, a segunda parte da coleção Iataú Livros para crianças, a ideia é que toda criança tenha acesso aos livros. Basta acessar o site do banco e preencher o cadastro, não precisa ter conta no banco e os livros são gratuítos.
Quem acredita na educação, incentiva a leitura, com isso, tratei de pedir logo a segunda parte da minha coleção. Amei a iniciativa do Itaú, sem falar que meus livros chegaram rapidinho, nem um mês após fazer a inscrição, eles foram enviados.
A leitura é o primeiro caminho para as transformações

Especialistas do mundo inteiro concordam que a leitura de histórias para crianças traz inúmeros benefícios para o seu desenvolvimento. Por isso, escolhemos pessoas especiais para falar sobre leitura.

A Fundação Itaú Social busca oferecer ao público livros com a mesma qualidade dos encontrados nas livrarias, com mínimas adaptações nos formatos originais, e conta com a assessoria da Associação Vaga Lume na curadoria da Campanha Itaú Criança.
Os critérios usados para a escolha desses três títulos foram a qualidade e a diversidade de gênero do texto, autores, ilustradores, projeto gráfico, editoras e origem das histórias. São títulos premiados e recomendados por educadores e especialistas em literatura infantil.
Esperamos que você tenha muitos momentos agradáveis ao ler essas histórias para crianças










Site : http://www.itau.com.br/

 
 Itaú Criança
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Dicas

COMPORTAMENTO

5 dicas para ajudar seu filho na entrada do 6º ano

O primeiro ano do Ensino Fundamental 2 é repleto de novidades. Veja como ajudar seu filho a se adaptar a elas

Foto: Danilo Verpa
Foto: lousa
 
Muitas mudanças ocorrem na passagem da quinta para a sexta série, porém o acompanhamento dos pais deve continuar presente
 
Mais professores, novas disciplinas, conteúdos mais complexos e aprofundados e, para alguns, uma nova escola. Tudo isso somado à entrada na adolescência. A passagem para o 6º ano do Ensino Fundamental 2 é marcada por uma série de mudanças que irão representar um saudável desafio para o aluno. E os pais precisam assumir o papel de coadjuvantes importantes, que sugerem, dão exemplos e apóiam em um caminho de conquista de autonomia.

"Estas novidades não devem ser entendidas como um problema", alerta Marisa Faermann Eizirik, psicóloga, Doutora em Educação pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). "Ao contrário, este é um período em que a criança desenvolverá habilidades importantes para vida adulta, como lidar com as diferenças, organizar prioridades, fazer escolhas e muitas outras. Os pais devem saborear estas conquistas".

O ponto principal é encontrar equilíbrio entre dar autonomia e, ao mesmo tempo, estar por perto e acompanhar a vida escolar. Professores comentam que até mães bastante atuantes no Ensino Fundamental 1 costumam "sumir" com a passagem para o 6º ano, o que é um erro. Os pais devem participar das reuniões, conhecer os professores e perguntar para a criança, com real interesse e disposição para ouvir, como foi a aula, o que foi ensinado e o que ela achou de mais interessante em seu dia.

Para estar pronto para ajudar, veja quais são os principais ritos de passagem pelos quais o aluno do 6º ano passa e como os pais podem cooperar para que a transição seja a melhor possível:
Para ler, clique nos itens abaixo:
1. Perder a professora única
Algumas crianças podem sentir certa confusão e até mesmo desamparo com a perda da figura maternal (ou paternal) representada pela professora principal que o acompanhava diariamente e, com isso, trazia um conhecimento mútuo mais aprofundado. "Os pais devem passar confiança para a criança e reforçar que isso mostra que ela evoluiu em sua carreira escolar, que está mais madura e que, com tranquilidade, verá que consegue superar esta questão", afirma Marisa Faermann Eizirik, psicóloga, Doutora em Educação pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
2. Lidar com o horário de disciplinas e professores diferentes
Se antes a criança não tinha de forma clara como era a sequencia de disciplinas, agora ela terá de lidar com um horário escolar bem definido, organizando-se para isso. Isso significa que ela terá de aprender a: - trazer o material previsto para cada aula; - organizar a realização das lições de casa e trabalhos para entregá-los no prazo pedido - entender a continuidade dos assuntos, mesmo após alguns dias sem contato com o professor e a matéria - se adaptar ao jeito de ensinar de cada professor Por tudo isso, especialmente no começo, os pais precisam ajudar na organização do tempo, perguntando para quando são as tarefas e mostrando que apesar do aparente longo prazo para realizá-las, é preciso cuidado para não deixar que elas acumulem. Vale também conferir se a mochila está com os materiais previstos, até que ele se acostume. E é fundamental mostrar que é possível lidar com os diferentes perfis dos professores, da mesma forma como ele faz com os diferentes amigos que tem.
3. Ter contato com conteúdos mais aprofundados
No sexto ano são introduzidas novas matérias, com assuntos que ainda não foram vivenciados pelo aluno, o que pode gerar ansiedade. A regra principal é não ampliar o medo da criança com comentários sobre as dificuldades que os próprios pais passaram. Ao contrário, o ideal é mostrar o lado interessante que os novos temas trazem e dar segurança de que ela tem total condição de acompanhar e entender e que deve recorrer sempre ao professor em caso de dúvidas. Outro aspecto é que os conteúdos vistos anteriormente servirão de base para novos aprendizados. Por isso, se o aluno já apresentava dificuldade em alguma matéria do ano anterior, os pais devem conversar com o professor da disciplina sobre como superar isto, como por exemplo, com exercícios de reforço.
4. Vivenciar a entrada na adolescência
A entrada no sexto ano coincide com a entrada na adolescência. "É o momento em que a criança abre os olhos para outras dimensões do mundo. E a escola deixa de ser o centro de atenção da sua vida", comenta Silvia Gasparian Colello, Professora de Psicologia da Educação da Faculdade de Educação da USP (Universidade de São Paulo). "Por isso é natural uma perda do interesse pelo conhecimento oferecido pela escola e a busca por informações de outras fontes, especialmente junto aos amigos". Silvia também comenta que esta fase é marcada pela descoberta do pensamento abstrato e do campo das ideias, frente ao pensamento fundamentalmente concreto do aqui e agora, até então experimentado. Esta mudança leva a uma menor capacidade de concentração, que pode refletir no desempenho escolar. Assim, são bastante comuns nesta fase alterações bruscas no humor, comportamento e até estilo. Segundo os especialistas, é essencial criar um ambiente de respeito mútuo e espaço para o diálogo.
5. Um bom exemplo de passagem

FAMÍLIA

10 atitudes negativas quando chega um boletim vermelho

Veja o que você não deve fazer ao pegar um boletim insatisfatório de seu filho

Foto: Dreamstime
Foto: Uma atitude agressiva ou desinteressada pode desestimular a criança ao estudo
Uma atitude agressiva ou desinteressada pode desestimular a criança ao estudo
1. Reagir com agressão física ou verbal é o erro mais grave. Em vez de estimular a criança a estudar, você acaba deixando-a com medo ou raiva.

2. Comparar o desempenho da criança com os colegas dela ou com seu desempenho escolar de anos atrás. "É importante que o filho sinta que os pais têm confiança nele, mesmo nos momentos de crise. Isso pode ser motivador para reverter a situação", indica Marta Campos, da Escola Viva.

3. Usar termos que diminuam a criança ou que mostrem que ela é incapaz de reverter a situação. "Dizer 'eu avisei' também não é indicado, assim como ter sermões prontos. É importante agir com a razão e não com a emoção", diz Edson D'Addil, orientador educacional do Colégio Vértice, em São Paulo.

4. Negociar com a criança, oferecendo benefícios materiais, caso ela melhore suas notas. Pior ainda é prometer coisas que ela sabe que você não conseguirá cumprir.

5. Exigir além da possibilidade de rendimento da criança para a idade dela.

6. Desautorizar a escola e falar mal dos professores para a criança.

7. Aceitar justificativas que retirem a responsabilidade dela sobre o resultado.

8. Fazer drama ou chantagem emocional com a criança.

9. Não impor uma rotina de estudos para a criança ou não cobrá-la para cumprir essa rotina.

10. Apenas colocar a criança de castigo, sem nem ouvir o que ela tem para falar.

10 atitudes positivas quando chega um boletim vermelho

Veja o que você deve fazer ao pegar um boletim insatisfatório de seu filho

Foto: Dreamstime
Foto: Diálogo e interesse pela vida escolar do seu filho são essenciais para ajudá-lo a superar as dificuldades
Diálogo e interesse pela vida escolar do seu filho são essenciais para ajudá-lo a superar as dificuldades
 
 
1. Converse e tente entender a situação, sem gritos ou discussões. "Mostre para a criança que esses resultados não são definitivos muito menos indicativos de incapacidade", aconselha Vera Malato, coordenadora de departamento de orientação educacional do colégio Bandeirantes, de São Paulo.

2. Avalie se a rotina de estudos está adequada e se o local é calmo e silencioso. E, quando seu filho prometer estudar mais, questione-o sobre o que é estudar para ele. "Coloque essa rotina em discussão. Fale para ele que não adianta apenas fazer a lição de casa para não tomar bronca do professor. É preciso fazer a tarefa com o objetivo de aprender e tirar as dúvidas", conta Edson D'Addil, orientador educacional do Colégio Vértice, em São Paulo.

3. Procure a escola e converse com o orientador educacional antes de tomar a justificativa da criança como única existente. A partir daí, você conseguirá identificar se é uma dificuldade específica de uma matéria ou se é problema comportamental.

4. Veja se a saúde da criança está normal. Problemas de visão, audição ou dificuldades em se concentrar podem refletir nas notas.

5. Verifique a integração social da criança nos grupos. Veja se é tímida, se tem amigos. "Às vezes, para serem aceitas nos grupos, as crianças tornam-se bagunceiras e suas notas caem", diz Magali Maldonado, coordenadora do colégio Objetivo.

6. Envolva-se no estudo dele e demonstre interesse pela vida escolar. Diariamente, peça para ver as tarefas e as anotações feitas em sala. Ah, também é importante não deixar seu filho faltar à aula por qualquer motivo, por mais que ele insista.

7. Estabeleça metas de superação, ou seja, conte para seu filho o que espera dele no fim do ano letivo e diga que vai ajudá-lo a alcançá-las. Porém, respeite o tempo dele: aos 8 anos, ele deve saber ler e escrever; aos 10, já é hora de somar, subtrair, multiplicar e dividir; Aos 14, deve resolver equação de 1º grau e saber interpretar textos.

8. Estabeleça também consequências, caso veja que ele não está comprometido. "Agora, se ele se esforça e não consegue, procure apoio na escola ou em aulas particulares", sugere Esther Carvalho, diretora do colégio Rio Branco, em São Paulo. Vale descobrir se a escola oferece aulas extras.

9. Explique alguns conceitos que parecem ser básicos, mas que nem sempre as crianças se dão conta, como que é normal - e aceitável - ele tirar dúvidas após as aulas com o professor.

10. Avalie a possibilidade de ele estar sobrecarregado, com muitas atividades diárias.

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