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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Dicas

SAÚDE

9 motivos para seu filho aprender a dançar

Quais os principais benefícios da dança para o desenvolvimento das crianças e adolescentes

 
Educar
Foto: dreamstime
Foto: Aprender a dançar ajuda na disciplina, coordenação e bem estar da criança
Aprender a dançar ajuda na disciplina, coordenação e bem estar da criança
O homem usa o próprio corpo de modo a ocupar o espaço e interagir com o outro desde que o mundo é mundo. No início, seguiu o instinto; aos poucos, descobriu o prazer; e há séculos aproveita técnicas e estilos especialmente desenvolvidos pela dança para explorar a riqueza de possibilidades inerente ao corpo humano. Porque dançar é muito mais do que movimentar braços e pernas sob o estímulo de um ritmo. "A dança permite conhecer o próprio corpo e, com isso, ampliar a capacidade de se expressar e de se comunicar do indivíduo, criando a autoestima que vai servir de base por toda a sua vida", realça Carmen Orofino, professora de dança no Atelier-Escola Viva, de São Paulo.

O simples ato de andar já é poderoso o suficiente para servir de alimento ao cérebro e, de tabela, contribuir para a nossa saúde. A dança? "Seus movimentos são mais refinados, o que determina a qualidade de alimentação que proporciona ao nosso corpo", garante o coreógrafo Ivaldo Bertazzo, há mais de 35 anos trabalhando com dança. A conclusão é uma só: quanto mais cedo uma criança aprende a dançar, mais possibilidades ela tem de tornar seu corpo "inteligente".

Dançar também ajuda a desenvolver emocionalmente quem tem pouca idade, combatendo inseguranças e estimulando a partilhar experiências com o grupo a que pertence. Crianças podem se exercitar em Dança desde os primeiros anos da Educação Infantil - e assim aprimorar habilidades motoras fundamentais para a evolução. Com a ajuda dos especialistas Carmen Orofino e Ivaldo Bertazzo, destacamos os principais benefícios da atividade. Conheça a seguir:
Para ler, clique nos itens abaixo:
1. Desenvolve habilidades típicas do ser humano
A Dança tem a capacidade de estimular a chamada "psicomotricidade fina" - ela diz respeito às habilidades peculiares da raça humana, caso de escrever, sonorizar uma palavra, descascar e cortar legumes etc. A Dança serve de instrumento para "afinar" os mais variados movimentos que o indivíduo faz em seu dia a dia, algo de enorme valia por toda a vida - se aprender a dançar durante a infância, perfeito!
2. Alimenta o funcionamento da máquina cerebral
Qualquer tipo de movimento serve para conduzir informações ao sistema nervoso central. Caminhar é uma forma de alimento para o cérebro, andar de bicicleta é outra, assim como dançar. Acontece que a Dança consegue alimentar esse sistema nervoso de um modo ainda mais refinado com a série de movimentos a ela atrelados. Assim, quanto mais cedo uma criança aprende a dançar, mais "inteligente" seu corpo se torna em razão da qualidade desse estímulo - outro tipo de riqueza que se faz notar ao longo de sua trajetória.
3. Ajuda a manter a saúde do corpo
A postura é uma estrutura de base, espécie de musculatura que mantém o indivíduo em posição vertical. Ela exige atenção diária: cuidar da postura é cuidar da manutenção do corpo, ou ainda, da sua saúde. Sem postura não é possível se organizar no espaço - dançar, em suma. Assim, quem dança aprende a movimentar o corpo de acordo com técnicas que precisam ser executadas com a postura adequada - posicionamento que se torna automático, um hábito, em quem toma gosto de dançar desde pequeno
4. Estimula a coordenação motora e outras aptidões
Dançar regula o tônus da força muscular por um ritmo musical, assim como desperta percepções diferentes do corpo, como a organização do olhar a cada movimento ou as diversas sensações dos pés pressionados no chão em razão deste ou daquele passo. Também estimula a coordenação motora - fundamental para a evolução da criança ao libertá-la de uma série de inseguranças físicas e emocionais. Como? Ao explorar novas maneiras de se mover e se expressar, as aulas de Dança possibilitam à criança enriquecer o repertório pessoal de movimentos, incorporando noções de ritmo, equilíbrio e fluência - aptidões que podem servir de base para a construção de movimentos mais elaborados, aprimorando o crescimento individual vida afora.
5. Colabora na formação do indivíduo
Todo tipo de experiência é fonte de conhecimento para uma criança. Isso significa que tudo o que ela recebe como informação vai de algum modo influenciar o seu desenvolvimento. No caso da Dança, ela contém informações corporais, sociais e emocionais que podem contribuir para o crescimento infantil. Aspectos como a sutileza, a organização, o estímulo à atenção e o poder de observação presentes no ensino da dança influenciam positivamente o desempenho da criança inclusive em outras atividades escolares, facilitando a compreensão de conteúdos mais complexos.
6. Serve de ferramenta para se expressar
A criança usa o corpo para conhecer o mundo desde tenra idade. São os sentidos que lhe transmitem a percepção do que está ao redor e é com eles que ela começa a elaborar os primeiros conceitos. Em uma segunda etapa do seu desenvolvimento, essa criança já é capaz de realizar atividades corporais, caso de correr, esticar, rolar, dobrar e saltar. O corpo mostra aptidão natural para executar esses movimentos, só precisa de oportunidade para praticar. Bem orientada, a criança recebe estímulos para pesquisar as possibilidades de movimento físico, construindo modos de se relacionar com o outro e com o ambiente que a cerca. Com a Dança, ela ganha consciência de poder se expressar, usando o próprio corpo.
7. Valoriza a linguagem pessoal
Durante a aula de Dança, a criança vai recolher pedaços de informação e com eles montar um conjunto que faça sentido para ela. Isso significa que ela vai testar movimentos e pouco a pouco descobrir a diversidade enorme de possibilidades própria do uso do corpo. Será essa consciência corporal que vai lhe permitir se expressar de modo inédito - cabe ao professor, nesse momento de grande significado, estimular a construção individual, respeitando o tempo de cada criança.
8. Estimula o conhecimento estético
A partir das experiências corporais ativadas pela Dança, a criança tem oportunidade de se relacionar com o belo, o harmonioso - e também com o feio, o caótico. Aos poucos, ela vai exteriorizar seu entendimento sobre o que é bonito e o que não é. A Dança pode, assim, ser entendida como uma forma de conhecimento poético - e a metodologia de trabalho com a criança deve priorizar a capacidade de improvisar. Porque será testando o próprio corpo, entendendo seus limites e seu funcionamento, que ela se sentirá livre para se envolver no processo de criação, revelando uma estética 100% pessoal.
9. Incentiva o controle emocional
Aulas de Dança estimulam a criança a ter no corpo um parceiro - instrumento que lhe ajuda a transmitir ideias e emoções as mais íntimas. Ela aprende a fazer dos movimentos do corpo uma fonte de diversão e de prazer, sendo incentivada a dividir o que sente com o grupo e a conviver com as suas diferenças. Trata-se de um aprendizado emocional de grande alcance, capaz inclusive de combater a timidez e a insegurança.

ROBÓTICA

10 motivos para aprender Robótica

Quais habilidades e competências seu filho desenvolve ao fazer um curso de robótica

 
Educar
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Foto: A robótica está muito presente em nosso cotidiano e as crianças podem aprender como
A robótica ajuda a criança a compreender um pouco mais sobre como funciona a tecnologia em nosso cotidiano
Quando você vai ao shopping e a porta de entrada se movimenta sozinha permitindo sua passagem, saiba que essa comodidade só é possível graças ao uso da robótica. O elevador parou no andar desejado e abriu para você sair? Outro exemplo de robótica que - está certo quem já fez a ilação! -, se faz presente cada vez mais no mundo moderno, repleto de peças e sensores controlados por computador. Entenda, portanto, robótica como a integração das partes de uma máquina de modo a colocá-la em funcionamento com uma função pré-estabelecida. "É um conhecimento típico dos dias de hoje", afirma Helena Stefano, coordenadora dos cursos extracurriculares do colégio Oswald de
Andrade, em São Paulo. "Se quiser erguer a parede de uma casa, por exemplo, construo a máquina que vai me ajudar a dar conta dessa tarefa - uso a robótica, em suma".

São muitos os campeonatos de robótica hoje disputados no País, atraindo competidores de diferentes idades - o fascínio é enorme, inclusive entre adultos. No Oswald, o curso extracurricular de Robótica acolhe alunos a partir de 5 a 6 anos que freqüentam aulas de três níveis de dificuldade: Básico, Robótica 1 e Robótica 2. "É preciso que a criança seja capaz de um mínimo de concentração", adianta Helena. "Mas, se apresentar dificuldade de se concentrar, vai desenvolver essa capacidade ao longo do curso."

Eis aí uma das razões que justificam o aprendizado de Robótica por seu filho. Outras há com o mesmo objetivo: aprimorar o desenvolvimento de quem tem pouca idade e deseja tudo saber. Com a ajuda da coordenadora Helena Stefano, selecionamos um total de 10 motivos para aprender Robótica. Saiba mais a seguir.
Para ler, clique nos itens abaixo:
1. Demonstração prática de conceitos científicos
Vários conteúdos apresentados em sala de aula podem ser detalhados no curso de Robótica. Se o aluno estiver aprendendo, por exemplo, noções de força, movimento e aceleração, poderá ver o que isso realmente significa, como isso se resolve - para uma estrutura ganhar estabilidade, por exemplo, o que é necessário fazer, como se chega à solução e por aí vai. Na aula de Robótica, a criança manuseia, constrói, vê o que dá errado e o que dá certo, por que é preciso tanto parafuso para colocar nesta ou naquela peça etc. A prática esmiuçando a teoria.
2. Desenvolvimento das habilidades mentais
Na aula de Robótica, o aluno terá de usar o raciocínio lógico, o pensamento, a atenção, o poder de concentração e a observação na medida em que lhe é exigido uma atitude a respeito do que está em construção. Que peças deverá usar, quais movimentos será obrigado a fazer para chegar a um objetivo etc. - tudo é motivo de reflexão e tomada de decisão para cumprir a meta estabelecida entre alunos e professor, qual seja, construir.
3. Desafio de criar - e de ser flexível
Em Robótica, o aluno é desafiado a todo instante a criar. Ele terá de encontrar soluções para os problemas que surgem incessantemente durante a aula, desde aqueles de ordem prática - que tipo de parafuso é preciso usar para prender um determinado material - aos mais complexos, caso da estrutura adequada para suportar o balanço de uma gangorra, por exemplo. O estímulo à criação faz com que a criança aprenda, na prática, a se virar, encontrando novas funções para objetos comuns, tradicionais. Avaliações rígidas cedem lugar à atitude flexível, algo cada vez mais exigido na vida em sociedade. Porque quem tem jogo de cintura sobrevive melhor no mundo de hoje.
4. Aprimoramento da coordenação motora manual
O aluno de Robótica trabalha as mãos e os olhos o tempo inteiro. São dezenas de peças separadas por tamanho, cor e função - para chegar a essa classificação, ele tem de desenvolver um método de organização, cada material armazenado em um local específico etc. Até o mais desastrado aluno é obrigado a aprender, nesse tipo de atividade, a organizar de modo a ser capaz de realizar suas tarefas. Robótica, assim, ajuda no desenvolvimento da coordenação motora necessária até mesmo para segurar o lápis em fase de alfabetização. Ou seja: aprimora o rendimento escolar- algo fundamental para a evolução do indivíduo,
5. Incentivo às capacidades de projetar e planejar
Antes de realizar um projeto, é preciso definir o que se pretende alcançar, fazer uma seleção do material necessário e pensar nas condições para a sua realização, levando em conta o tempo, o espaço e os recursos disponíveis. A aula de Robótica tem essa característica, a de desenvolver o sentido de realidade, das suas possibilidades e dos seus limites. Ela obriga a pensar antes de se deixar levar por uma fantasia, um desejo. O professor sempre atua como mediador, ele legitima a possibilidade e dá condição para a criança refletir sobre a viabilidade ou não do projeto que tem em mente.
6. Interesse pela imaginação
Na aula de Robótica, os projetos podem ser criados a partir das ideias e histórias dos alunos. Vamos imaginar que a criança montou algo parecido com um cachorro, o que fez outra construir uma espécie de elefante. Foi o suficiente para o grupo demonstrar interesse de criar um zoológico - que poderá ser executado sob a orientação do professor. A inventividade é assim estimulada de modo a testar se o que existe e tem graça no mundo do imaginário pode se tornar real - ou não.
7. Aprendizagem de trabalhar em equipe
Para realizar uma tarefa de Robótica, cada aluno é incentivado a trocar experiências-projetos são quase sempre realizados em pequenos grupos, fortalecendo as relações interpessoais, o respeito ao trabalho e às ideias do outro e às atitudes de cooperação e de generosidade mútua. Nem sempre é cor de rosa o mundo contido na aula de Robótica - trata-se de um aprendizado, onde acontece a competição, a rivalidade, mesmo entre os de pouca idade. Entretanto, as crianças são estimulas a construir em grupo, desenvolvendo a percepção sobre a função do colega, de como ele pode ensinar algo importante para a realização de uma tarefa. Afinal, em equipe, todos têm possibilidades diferentes, mas todos podem sobressair.
8. Entendimento dos próprios limites
Muitas vezes o projeto de Robótica foi idealizado de um modo que não funciona - e o orientador deve estar ao lado para dar apoio ante o erro. O aluno aprende desde cedo a lidar com os próprios limites, a conviver com a frustração - ele logo entende que continua a ser aceito e amado, mesmo se o que chegou a propor não funciona - afinal, o importante é participar e lutar para aprender. Ao transmitir confiança em si mesmo, o professor ajuda o aluno a lidar com os desafios inerentes ao processo de aprendizagem e convívio social.
9. O valor da paciência e da disciplina
O projeto de Robótica é normalmente pensado em fases que exigem tarefas resolvidas uma depois da outra - em conseqüência, o resultado demora em ser obtido, nunca acontece de imediato. É um projeto que começa simples, mas pode se tornar complexo à medida que novas aprendizagens são incorporadas. Faz-se necessário ter disciplina e paciência para controlar a ansiedade e esperar a passagem do tempo - o tempo certo para alcançar a evolução. Há fases realmente chatas que colocam à prova a capacidade de perseverar durante a aula - e que precisam ser vivenciadas por quem deseja realmente aprender.
10. Desenvolvimento da meta-cognição
No curso de Robótica, o aluno ganha a percepção do próprio processo de aprendizagem (meta-cognição). Bem orientado, ele consegue perceber quais são os grandes desafios, assim como os caminhos e os recursos que têm à disposição para ter êxito nas tarefas. Ele aprende a se perguntar por que não deu certo o que tentou fazer - e a encontrar resposta para cada um dos seus erros. Ele se habitua a pensar sobre o próprio desempenho - e a vibrar com o que se mostra capaz de conquistar.

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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Dicas para seu filho

23 dicas para seu filho se dar bem na escola

Quanto mais os pais participam da vida escolar, mais os jovens aprendem

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O papel dos pais é fundamental no desenvolvimento dos filhos

O apoio dos pais e a manutenção de um bom ambiente familiar como extensão da escola são fatores indispensáveis para o desenvolvimento educacional das crianças. A família pode colaborar de várias maneiras: participando das reuniões da escola e verificando o caderno do estudante diariamente; conversando sobre o cotidiano da escola - o que foi ensinado naquele dia; que tipo de trabalhos foram feitos com os colegas - e impedindo que a criança falte às aulas.

Para Priscila Cruz, diretora-executiva do Movimento Todos pela Educalção, ações simples dos familiares na realidade educacional dos filhos podem fazer toda diferença. Ela indica o incentivo à comunicação por bilhetes em casa e que as crianças sejam motivadas a ler para os seus pais. "Não se pode entrar na lógica de como ajudar os filhos apenas nos estudos durante o período de provas. É preciso dizer como o pai pode ajudar na melhoria da alfabetização", diz. Vale lembrar que família pode -e deve-, sim, contribuir com as questões escolares, mas cabe à instituição de ensino a sistematização do conhecimento.

Veja a seguir como colaborar para que o seu filho se dê bem na escola a partir de dicas simples e práticas, baseadas em pesquisas e na experiência dos melhores profissionais da área no Brasil e no mundo.
Para ler, clique nos itens abaixo:
1. Ajude na melhoria do rendimento escolar
Pesquisas mostram que quando os pais acompanham e se envolvem com os estudos dos filhos as notas dos estudantes aumentam significativamente
2. Pergunte o que ele aprendeu
É muito importante perguntar o que ele aprendeu nas aulas e mostrar que você está interessado na vida escolar do seu filho. Se puder, peça que ele lhe ensine algo novo - isso vai ajudá-lo a fixar o conteúdo.
3. Não o deixe faltar às aulas
Assistir às aulas todos os dias, do começo ao fim, é importante para entender as matérias e não perder o fio da meada. Não o deixe faltar sem necessidade! Nem mesmo chegar atrasado.
4. Estimule-o a estudar
Filhos estimulados pelos pais a fazer os deveres têm um desempenho melhor. Atenção: estimular não é fazer a lição por ele, mas ajudá-lo a descobrir as respostas por conta própria.
5. Combine um horário de estudo
Combine um horário para os estudos e separe um lugar da casa para isso. Se usar a mesa de refeições, por exemplo, tire o que puder atrapalhar. Ah, não se esqueça de desligar a TV, para que ele se concentre nos deveres.
6. Mostre que estudar é um prazer
Estudar é a única obrigação do seu filho, certo? Mas, e se, além disso, fosse um prazer? Não seria melhor? Compartilhe esse momento. Acompanhe-o, ajude-o a chegar ás conclusões sozinho e mostre interesse, mesmo se não souber a resposta certa.
7. Seja paciente
Errar, já diz o ditado, é humano. E faz parte da aprendizagem. Se você tiver certeza de que o seu filho está errando, peça para ele ler novamente as respostas dos exercícios que tem dificuldade. Nunca, nunca, o chame de burro, de lento, de lerdinho. Cada pessoa tem um tempo para aprender - respeite isso.
8. Confira os cadernos
Olhe os cadernos e as apostilas dele e mostre interesse pelos trabalhos. Ao perceber que ele se dedicou, dê valor. Afinal, este é o trabalho dele nesta fase da vida.
9. Pergunte nas reuniões 
Nas reuniões de pais e mestres, pergunte qual conteúdo será desenvolvido em cada matéria. A escola precisa ter um plano curricular, e você e outros pais devem cobrar isso.
10. Converso sobre as notas
Se ele estiver com nota baixa, converse com o professor e veja como você pode ajudar. Quanto antes ele começar o reforço escolar, melhor.
11. Garanta o acesso aos livros
Pesquisas mostram que quanto antes as crianças tiverem a cesso aos livros, melhor será o desempenho delas na escola, pois a leitura é base para todas as matérias. Atenção: não obrigue seu filho a ler. Estimule-o. A leitura tem de ser um momento de lazer e de prazer.
12. Ler sempre
Leia sempre - é bom para você excelente para o seu filho, que seguirá o seu exemplo naturalmente. Converse com ele sobre o livro, a revista ou o jornal que estiver lendo. Deixe seus livros ao alcance das mãos dele. Livro é para ser lido., não é para enfeitar prateleira.
13. Abuse das bibliotecas
Faça uma ficha para o seu filho na biblioteca mais próxima da sua casa. A maioria dos municípios do Brasil tem bibliotecas públicas e a inscrição é gratuita. Aproveite.
14. Brinque com o seu filho
Muitas brincadeiras são verdadeiros estímulos. Principalmente aquelas que incentivam a leitura, a escrita ou os cálculos. Exemplos de brincadeiras legais: forca; caça-palavras; palavras cruzadas.
15. Seja coerente
Seja coerente: suas atitudes refletem o que você pensa. Mostre que estudar é importante e ler, divertido. Estude e leia Ana frente do seu filho.
16. Use dicionário
É importante buscar o significado correto das palavras para aumentar o vocabulário e a capacidade de expressão. Também é bom saber usara a grafia certa. Incentive o seu filho a não abreviar no computador.
17. Escreva sempre
Escreva sempre que puder - bilhetes, cartas, e-mails, listas de compras... Pais que utilizam a escrita em casa ajudam na alfabetização dos filhos. Além disso, quem escreve melhor fala melhor!
18. Acompanhe o Ideb
Toda escola pública do país tem uma nota de 0 a 10: o Ideb (índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Você encontra a nota da escola do seu filho no educarparacrescer.abril.com.br/nota-da-escola e checa se o colégio tem uma Educação de qualidade.
19. Conheça os professores
É importante conhecer os professores do seu filho e se familiarizar com o ambiente que ele freqüenta todos os dias.
20. Valorize o professor
Apóie o trabalho dos professores e mostre que você admira a profissão. Afinal, eles serão os grandes responsáveis pela Educação de seu filho. Pergunte a eles o que será ensinado e como você pode ajudar.
21. Converse com o professor
Converse com o professor do seu filho sempre que possível. Se não concordar com a opinião do professor, fale com ele a sós, e nunca na frente do seu filho. Ensine, sempre, o seu filho a ouvir o professor e respeitá-lo.
22. Engaje-se na escola
Entre para a associação de pais. Não tenha vergonha de apresentar o seu ponto de vista à diretoria e aos professores da escola. Critique, elogie, faça sugestões sempre.
23. Vá às reuniões escolares

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Dicas de Leitura

ALFABETIZAÇÃO

10 dicas para incentivar o seu filho a ler

Conheça atividades simples - e baratas! - que podem transformar seu filho em um pequeno grande leitor

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Foto: Leitura desde cedo: incentive seu filho a ter amor pelos livros
Leitura desde cedo: incentive seu filho a ter amor pelos livros
"Foi assim: eu brincava de construtora, livro era tijolo; em pé, fazia parede, deitado, fazia degrau de escada; inclinado, encostava em um outro e fazia telhado. E quando a casinha ficava pronta eu me espremia lá dentro pra brincar de morar em livro." O relato é de Lygia Bojunga. Quando criança, ela fazia do livro um brinquedo. Já adulta, transformou-se em uma das principais escritoras brasileiras de livros infantis. A história de Lygia ilustra e comprova a teoria de que o contato com os livros desde cedo é importante para incentivar o gosto pela literatura.

Os benefícios da leitura são amplamente conhecidos. Quem lê adquire cultura, passa a escrever melhor, tem mais senso crítico, amplia o vocabulário e tem melhor desempenho escolar, dentre muitas outras vantagens. Por isso, é importante ler e ter contato com obras literárias desde os primeiros meses de vida. Mas como fazer com que crianças em fase de alfabetização se interessem pelos livros? É verdade que, em meio a brinquedos cada vez mais lúdicos e cheios de recursos tecnológicos, essa não é uma tarefa fácil. Mas pequenas ações podem fazer a diferença.

"O comportamento da família influencia diretamente os hábitos da criança. Se os pais leem muito, a tendência natural é que a criança também adquira o gosto pelos livros", afirma Rosane Lunardelli, doutora em Estudos da Linguagem e professora Universidade Estadual de Londrina (UEL). A família tem o papel, portanto de mostrar para a criança que a leitura é uma atividade prazerosa, e não apenas uma obrigação, algo que deve ser feito porque foi pedido na escola, por exemplo. "As crianças precisam ser encantadas pela leitura", diz Lucinea Rezende, doutora em Educação e também professora da UEL.

Para seduzir pela leitura, há diversas atividades que os pais e outros familiares podem colocar em prática com a criança e, assim, fazer do ato de ler um momento divertido. No período da alfabetização - antes dela e um pouco depois também -, especialistas sugerem que se misture a leitura com brincadeira, fazendo, por exemplo, representações da história lida, incentivando a criança a criar os próprios livros e pedindo que a criança ilustre uma história. "Para encantar as crianças pequenas, é essencial brincar com o livro", recomenda Maria Afonsina Matos, coordenadora do Centro de Estudos da Leitura da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb). Maria Afonsina também dá uma dica: nunca reclame dos preços dos livros diante do seu filho. "O livro precisa ser valorizado", diz ela.

Leia a seguir dicas para transformar o seu filho em fase de alfabetização em um pequeno grande leitor:
Para ler, clique nos itens abaixo:
1. Respeite o ritmo do seu filho
Não se preocupe se o livro escolhido pelo seu filho parecer infantil demais. Cada criança tem um ritmo diferente. O importante é que o livro esteja sempre presente. A criança costuma dar sinais quando se sente preparada para passar para um próximo nível de leitura. "É preciso estudar o outro, entender o que ele gosta e respeitar as preferências", afirma Maria Afonsina Matos, coordenadora do Centro de Estudos da Leitura da Uesb.
2. Siga o gosto do seu filho
Talvez o que o seu filho gosta de ler não seja exatamente o que você gostaria que ele lesse. Mas, para adquirir o hábito a leitura, é preciso sentir prazer. Então, se o seu filho prefere ler livros de super-heróis aos clássicos contos de fada, por exemplo, não se preocupe (e nem pense em proibi-lo!). "É importante entender a criança e lhe proporcionar leituras que atendam aos seus desejos", diz Rosane Lunardelli, da UEL.
3. Faça passeios que tragam a leitura para o cotidiano
"Os pais precisam dar possibilidades para que as crianças se sintam envolvidas pela leitura", recomenda Lucinea Rezende, da UEL. Por isso, no seu tempo livre, procure fazer atividades com o seu filho que você possa relacionar com um livro. Uma ida ao zoológico, por exemplo, torna-se muito mais interessante depois que a criança leu um livro sobre o reino animal. E vice-versa: uma leitura sobre animais é mais bacana depois que a criança teve a oportunidade de ver de perto os bichinhos. E, assim como essa, há muitas outras maneiras de juntar passeios de fim de semana com a leitura: livro de experiências + visita a museu de ciências, livro de história + passeio em local histórico, visita a museu de arte + livro infantil sobre arte... As possibilidades são inúmeras!
4. Incentive a leitura antes de dormir
Incentive o seu filho a ler todas as noites. E, se ele ainda não for alfabetizado, conte histórias para ele antes de dormir. Por isso, é importante que ele tenha uma fonte de iluminação direta ao lado da cama, como um abajur. Uma ideia bacana é dar um presente para a criança nos fins de semana: permita que ela fique acordada até um pouco mais tarde para ler na antes de dormir. A professora Maria Afonsina Matos, da Uesb, relata que costumava contar histórias para os seus filhos todas as noites. "Hoje eles são adultos que leem muito", conta.
5. Improvise representações dos livros
"Concluída a leitura de um livro, os pais podem organizar peças de teatro baseadas na obra", sugere Lucinea Rezende, da UEL. Uma boa ideia é convidar outras crianças para participar da atividade. Os adultos podem ajudá-las a elaborar uma espécie de roteiro e pensar nas vestimentas e nos cenários a serem criados. Depois dos ensaios, a peça pode ser apresentada para um grupo de pais ou para toda a família. Também é interessante gravar com o celular ou uma filmadora a encenação da peça, para que depois a criança possa ver o próprio desempenho.
6. "Publique" o livro do seu filho
Proponha para o seu filho que ele faça o próprio livro. "As crianças gostam de criar histórias, viver personagens, imaginar paisagens", diz Maria Afonsina Matos, da Uesb. Primeiro, peça que ele tire fotos (e imprima-as) ou recorte figuras de revistas antigas. Depois, a partir das imagens, peça que ele escreva uma história. Ajude-o a criar uma capa para o livro e, por fim, coloque-o na estante, junto com outros livros. Que criança não adoraria ter um livro de sua autoria na biblioteca de casa?
7. Organize um clube do livro
Convide amigos e colegas de escola do seu filho para uma espécie de festa da leitura. No início, cada criança lê o trecho de um livro que pode até ser escolhido por eles (mas com orientação dos adultos). Depois de lida a obra, organize um debate sobre a história. Tudo isso pode ser feito durante uma tarde de sábado ou domingo, com direito a guloseimas que as crianças adoram, como cachorro-quente e chocolate quente (no fim de semana, pode!). "Na infância, a leitura tem de estar ligada a uma atividade divertida", afirma Rosane Lunardelli, da UEL.
8. Ajude-o a ler melhor
Muitas crianças ficam frustradas por ler muito devagar em voz alta. Se é o caso do seu filho, você pode ajudá-lo fazendo exercícios, como cronometrar o tempo que ele leva para ler um texto ou o trecho de um livro em voz alta. A atividade pode ser repetida várias vezes em dias diferentes e, assim, a criança vai poder comprovar o próprio desenvolvimento. Para aprimorar a atividade, peça que ele faça vozes diferentes para cara personagem da história. "A sonoridade fascina as crianças", explica Lucinea Rezende, da UEL.
9. Não pare de ler para ele
Após a alfabetização, é importante incentivar que a criança leia sozinha, mas isso não significa que você deva parar de ler para ela. Quando um adulto lê em voz alta um livro um pouco mais difícil, a criança é capaz de compreendê-lo, o que provavelmente não aconteceria se ela estivesse lendo sozinha. Abuse das vozes diferentes, dos sons, das entonações. Assim, a história fica muito mais emocionante. Parlendas e músicas, por exemplo, são ideais para serem lidas em voz alta. "Histórias lidas em voz alta e com emoção deixam as crianças mais leves, mais soltas", afirma Maria Afonsina Matos, da Uesb.
10. Frequente livrarias e bibliotecas


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Dicas Planetário

7 dicas para aproveitar uma ida ao planetário

Olhar o céu - ou uma projeção dele - pode ser uma experiência ótima para ter com os filhos

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Foto: Planetários são uma oportunidade excelente de contato com a ciência
Planetários são uma oportunidade excelente de contato com a ciência
As férias estão batendo à porta. Além de viagem, brincadeira e descanso, o período pode também ser sinônimo de bastante aprendizado. Reunir todos esses elementos em um mesmo pacote pode ser ainda mais divertido quando a intenção é sair da rotina. Pensando nisso, o Educar para Crescer dá uma sugestão: já pensou em visitar um planetário com seu filho?

"Planetários são uma oportunidade excelente de contato com a ciência para além do que se aprende na escola. E mais que isso, é uma vivência que vai muito além da informação disponível em livros e na Internet", explica Ener Borba, astrônomo responsável pelo planetário de Belo Horizonte. As projeções do céu se movimentando a 360° dão uma sensação de imersão que dificilmente algum cinema de tela plana é capaz de oferecer. E eles são uma ótima introdução ao universo da ciência porque "transformam a astronomia em magia", de acordo com João Paulo Delicato, diretor do planetário do Ibirapuera, em São Paulo.

Ficou curioso? Aqui vão algumas dicas para que você e seu filho aproveitem ao máximo uma visita ao planetário:
Para ler, clique nos itens abaixo:
1. Crie expectativa na criança
Ter curiosidade sobre o que se vai ver ajuda muito a prender a atenção da criança e é uma ferramenta importantíssima para o aprendizado. Pensar sobre o que se espera, se o céu no espaço é muito diferente do que vemos daqui, o que são constelações e porque a relação do homem com os astros é importante pode tornar a compreensão mais fácil e fazer surgir outras perguntas.
2. Ajude seu filho prestar atenção ao céu noturno
Pergunte a ele sobre o que vê. Consegue identificar alguma estrela ou planeta? O que imagina que existe lá? Será que o céu natural é muito diferente do que se vê num planetário? Fazer um exercício de criatividade também pode ser bastante divertido. Se fosse um astrônomo, que nome daria às estrelas que consegue ver? Comparar este exercício de criatividade e imaginação com aquilo que será visto pode ajudar a criança a reter as informações mais facilmente.
3. Encontre a sessão que mais se adequa ao seu filho
Planetários normalmente têm sessões variadas e cada uma delas pode tratar de um tema específico. Pode haver muita diferença de foco e linguagem utilizada em cada apresentação, e é interessante checar o programa e procurar saber a que público cada sessão se destina. Quanto mais seu filho compreender o que é dito, mais poderá aproveitar a informação que está recebendo.
4. Encoraje seu filho a fazer perguntas após a sessão
E não tenha vergonha de colocar suas próprias dúvidas ou comentários também. Se desejar saber mais sobre algo que chamou sua atenção, sacie sua curiosidade. Pode ser uma ótima oportunidade para você e seu filho aprenderem mais sobre vários temas relacionados à Física, Matemática, Geografia e muitas outras áreas do conhecimento.
5. Estimule seu filho a conversar sobre o que viu
O que mais chamou a atenção da criança? Qual foi sua sensação ao ver a projeção? De que planeta ou estrela gostou mais? De quantos astros consegue recordar o nome? Fazer perguntas e deixar a criança à vontade para falar é uma boa forma de fixar o conhecimento e um estímulo para participar de outras atividades relacionadas ao tema.
6. Dedique tempo para levar seu filho às exibições e outras atividades normalmente oferecidas pelos planetários
É uma boa maneira de se familiarizar com o tema e contextualizar o que será ou o que foi visto na sessão. É um tempo em que você e seu filho terão para fazer conexões com outras disciplinas, elaborar mais perguntas e dar mais sentido àquilo que a criança está aprendendo na escola - mas de uma forma muito mais lúdica e pessoal.
7. Fique atento à programação de férias





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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Justin Bieber no Brasil

Começa a venda dos ingressos para show de Justin Bieber em SP

Até as 9h desta sexta, ingressos poderão ser comprados apenas pela internet.
Apresentação em SP será dentro do Z Festival, no dia 8 de outubro.

Do G1, em São Paulo
Justin Bieber (Foto: AP) 
O cantor Justin Bieber (Foto: AP)
 
Começou à 0h desta sexta-feira (26) a venda pela internet dos ingressos para o show de Justin Bieber em São Paulo. O astro se apresenta no dia 8 de outubro, dentro da programação do Z Festival, que ocorrerá no Estádio do Morumbi, na Zona Sul da capital paulista.
A venda pelo Call Center (11) 4003-1527 será realizada a partir das 9h desta sexta. Quem for à bilheteria do Morumbi poderá comprar o ingresso somente a partir das 10h. Segundo a organização, haverá uma cota de todos os setores exclusiva para a bilheteria, portanto, não há risco dos fãs que já estão na fila ficarem sem ingresso às 10h. O preço varia entre R$ 70 e R$ 460.
O cantor canadense Justin Bieber fará três shows no Brasil. Além de São Paulo, ele se apresentará ainda no dia 5 de outubro, no Engenhão (Rio de Janeiro); e no dia 10, no estádio Beira Rio (Porto Alegre). As informações são da produtora XYZ.
Os ingressos para a apresentação no Rio de Janeiro começam a ser vendidos no dia 30 de agosto. Em Porto Alegre, no dia 1º de setembro. Em SP, Bieber toca no Z Festival, com Cobra Starship, The Wanted e Cine na programação.
O cantor adolescente, hoje com 17 anos, já gravou hits como "One time", "Baby" e "Somebody to love". Em fevereiro, ele lançou o filme "Never say never", que mistura bastidores, cenas de shows e entrevistas. Além de filme e discos, ele já emprestou seu nome para perfumes e para uma linha de bonecos.
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Fãs formam fila para compra de ingressos de Justin Bieber em SP

Vendas no Estádio do Morumbi começam a partir das 10h desta sexta (26). Cantor se apresenta em São Paulo, no Rio e em Porto Alegre em outubro.

Do G1, em São Paulo
Fãs de Justin Bieber formam fila no Estádio do Morumbi, em São Paulo, nesta sexta-feira (26), para comprar ingressos do show que o cantor canadense fará na cidade em 8 de outubro. Segundo bombeiros, são mais de 500 pessoas nos arredores do estádio. A venda começa nesta sexta a partir das 10h. Além de São Paulo, ele se apresentará ainda no dia 5 de outubro, no Engenhão (Rio de Janeiro); e no dia 10, no estádio Beira Rio (Porto Alegre). A venda dos ingressos pela internet começou à 0h desta sexta.
Fãs formam fila para compra de ingressos do show de Justin Bieber, no Estádio do Morumbi, em SP, nesta sexta-feira (26) (Foto: G1)Fãs formam fila para compra de ingressos do show de Justin Bieber, no Estádio do Morumbi, em SP, nesta sexta-feira (26) (Foto: G1)
Pessoas formam fila na bilheteria do Morumbi, em SP, nesta sexta-feira (26) em busca de entradas do show do cantor teen Justin Bieber em SP (Foto: G1)Pessoas formam fila na bilheteria do Morumbi, em SP, nesta sexta-feira (26) em busca de entradas do show do cantor teen Justin Bieber em SP (Foto: G1)

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